Este é um dos assuntos mais importantes de toda esta série.
Uma vestimenta desenvolvida e certificada para proteção contra riscos ocupacionais não deve ser tratada como um uniforme convencional.
Quando aplicável ao EPI, a organização deve se responsabilizar pela higienização e manutenção periódica conforme as informações fornecidas pelo fabricante ou importador. Também prevê orientação sobre limpeza, higienização, guarda, conservação e substituição.
Em vestimentas resistentes a chama ou projetadas para riscos específicos, utilizar produtos inadequados, alterar a peça ou lavá-la incorretamente pode interferir nas características de proteção. Orientações internacionais de segurança ocupacional também ressaltam que lavagem inadequada pode comprometer vestimentas resistentes a chama.
Por isso, jamais aplique uma “receita caseira universal” a uma vestimenta técnica.
Consulte fabricante, Certificado de Aprovação quando aplicável, procedimentos da empresa e responsável de Segurança do Trabalho.
Uniforme comum deve ser conservado. Vestimenta de proteção precisa, além disso, continuar protegendo.
