Um bordado corporativo bem executado pode durar muito, mas também sofre com atrito, calor e procedimentos inadequados de lavagem.
Antes de tudo, siga a etiqueta da peça. A conservação do bordado precisa ser compatível tanto com a linha utilizada quanto com o tecido onde ele foi aplicado.
Sempre que permitido, procedimentos mais suaves ajudam a reduzir agressões mecânicas desnecessárias. Também é interessante evitar misturar a peça com itens que tenham superfícies abrasivas ou componentes capazes de agarrar nos fios.
Na hora de passar, cuidado especial: não escolha automaticamente a temperatura máxima. A orientação do ferro deve acompanhar a recomendação indicada para a peça. As regras de etiquetagem de conservação inclusive consideram temperatura de passadoria justamente porque excesso de calor pode prejudicar determinados materiais.
Se for necessário passar próximo ao bordado, fazer isso pelo avesso ou utilizando uma proteção intermediária pode evitar pressão excessiva sobre o relevo, desde que a etiqueta permita a passadoria.
Também evite guardar o uniforme úmido.
O bordado faz parte da identidade visual da empresa. Cuidar dele significa manter essa identidade apresentável por mais tempo.
